Sábado, 4 de Julho de 2009
Me despeço dessa história
Terça-feira, 30 de Junho de 2009
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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009
tudo que eu queria
Quarta-feira, 17 de Junho de 2009
Ah se eu fosse jornalista!
Terça-feira, 9 de Junho de 2009
O cheiro é seu
- Aqui cheira a merda.- É do ralo.
- Não. Não é não.
- Claro que é. O cheiro vem do ralo - Levanto e caminho até o banheirinho - Olha lá, o cheiro vem do ralinho.
Ele ri coçando a barba.
- Quem usa esse banheiro?
- Eu.
- Quem mais?
- Só eu.
- E então, de onde vem o cheiro?
Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
Corre dor!
Sobre heróis, vilões e Homens
Sabe, nunca fui muito fã de heróis. Eles são tão entediantes, sempre com aquelas personalidades lineares e insossas. Para um herói é fácil ser bom, ele já nasce assim e não conhece outra forma de ser, é incapaz, na verdade. Não vejo nada de heróico nisso. Nós sabemos que ninguém é assim de fato, todo bom, então fica extremamente falso e irritante ver uma personagem assim no centro de uma história; alguém tão longe do que nós podemos ser. Paradoxalmente, ai consiste a graça dos heróis para alguns; eles representam uma espécie de modelo a ser seguido – mas já ouvi falar por ai que faz mal, muito mal esconder totalmente o seu lado monstro, acho que isso teria conseqüências desastrosas fora da tela, dos livros ou dos quadrinhos.
Então virei fã dos vilões, estes sim são interessantes, adoro personalidades obscuras e pessoas imprevisíveis. Eles nos fazem querer analisar o que os tornou assim, então são bem mais humanos que os heróis, pois são movidos por causas, como nós. Mas o mais divertido é que eles sempre têm um ponto fraco que mostra que não são completamente maus.
Cresci e conheci vilões que não moram em histórias e sim aqui na minha cidade. Uns freqüentam os mesmos bares que eu, outros tem o meu mesmo sobrenome e assim por diante. Analisei-os e comecei então a antipatizar com vilões também. O passado importa bastante, mas o sujeito é responsável por suas ações e escolhas, então, definitivamente parei de admirar quem havia escolhido simplesmente ser mau. Não digo que os odeio, mas se não o faço é somente pela existência daquele ponto fraco que me faz não esquecer do caráter humano; frágil e confuso deles.
Hoje em dia opto pelas personagens mais reais que são boas e más, felizes e tristes, às vezes até bobas e confusas, muito confusas. Personagens assim não nascem boas, elas optam por ser – tem coisa mais heróica que isso? Comecei então a adorar romances e filmes que falam, aparentemente, sobre nada, mas um nada tão cheio de espaço para análises e interpretações, tão parecido com a vida real que me encanta. Fugir da realidade pode ser divertido algumas vezes, mas não é tão útil quanto analisá-la.
Nós não precisamos ser bons ou maus, simplesmente. Não precisamos nos espelhar em coisas que jamais poderemos ser, isso só causa frustrações. Somos humanos e temos que começar a nos admirar só por este motivo; porque mesmo sendo criaturas instáveis e nada perfeitas, ainda assim conseguimos ser bons.
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Texto chato e irrelevante, eu sei, mas como não tenho escrito nada, posto esse “antigo”.