Corre a dor no hospital; doentes sujos, largados, morrendo
Correndo vem a família do paciente; tentou suicídio pela quarta vez
Atravessando a rua, a velha foi atropelada e de nada adiantou a maca do dotô
“Sua vez”, gritou a moça de branco com varizes verdes para o doente verde com dor de estomago
Um tombo rasgou-lhe a testa e foi direto pra sutura
Câncer? Vá morrer em casa. E Diabetes não tem cura
Gente pregando, gente pregada e haja gritaria
Outra grave: grávida pela décima vez! Haja gravidez!
No corredor do hospital a dor corre e o pobre, morre.
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Há tempos não me divertia escrevendo assim, mesmo sem padrão e pobremente.
1 comentários:
Não ter padrão já é um padrão! :)
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